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Origem da Tradição Mahoujin da Bruxaria Tradicional
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A Tradição Mahoujin da Bruxaria Tradicional (TMBT) é a arte do ofício não tendo em vista nenhum tipo de grupo religioso com seguimentos de religião específica. Suas origens seguem princípios da bruxaria tradicional, divindades religiosas a.C com adaptações referentes ao mundo moderno e ao foco do tarot Clow. É importante ressaltar que Mahoujianos são considerados bruxos, feiticeiros estudiosos ou até mesmo tarólogos sob a tradição Mahoujin, mas nunca como religiosos de princípios judaico-cristãos ou como grupo hodiernos, vertentes wiccanos que consideram diversos deuses antigos como facetas de um único Deus (Wicca: religião da """bruxaria""" moderna neo-pagã). Divindade Cristã não existe em práticas TMBT, assim como também não existe a crença no diabo judaico que tem como intenção amedrontar mentes manipuladas. De acordo com a data de nascimento de cada feiticeiro mahoujiano, é primordial a identificação de sua regência elementar, podendo ser: Solis, Luna, Stellae ou Caelesti popularmente nomeadas como Sol, Lua, Estrela e Celeste/Celestial.
Antropológicamente a TMBT coloca em foco que a bruxaria é sinônimo de feitiçaria neutra, não sendo existente lei tríplice e separações específicas de bom ou mal. Cada Mahoujiano segue seus princípios conforme sua necessidade e sua índole humana e pessoal, eliminando a ideia que separa de forma categórica a existência de bruxo branco e bruxo negro. Mahoujianos não se pautam pelos conceitos vulgares e limitados de bem e mal, considerando toda e qualquer magia como cinzenta (um misto da dualidade expressa metaforicamente de várias formas, luz e escuridão, positivo e negativo, yin-yang "bem" e "mal"). Para facilitar suas práticas, os Mahoujianos categorizam seus ensinos de magia da luz como rituais Yang (Sol, Luz, Atividade) e magia da escuridão como rituais Yin (Lua, Escuridão, Absorção), porém é apenas para quem deseja diferenciar em uma determinada necessidade específica. Haja vista de que todo praticante TMBT trabalhe com ambos os lados (a dualidade de tudo que existe no universo) durante toda sua vida depois de iniciado com a identificação de sua regência e consagração de seu baralho mágico.
Em contrapartida aos ocultistas da bruxaria moderna como Gerald Gardner, Aleister Crowley e entre outros, a TMBT não segue nenhuma filosofia dos mesmos em suas práticas, pois ela entende que suas ideologias não condizem com a prática da bruxaria tradicional. Os Mahoujianos, por sua vez, focam apenas em estudos da Bruxaria Tradicional (antes da existência do anno domini, na contagem de séculos contrários) que é a real bruxaria, anterior às tradições wiccanas e/ou reconstrucionismo religioso. A retomada desses estudos surgiram no Brasil no século XXI em meados de 2007 tendo em foco manter a Bruxaria Tradicional ao seu espaço no paganismo contemporâneo, porém sua divulgação "finalizada" foi oficialmente anunciada para qualquer pessoa conhecer publicamente, apenas no final de 2018. Após a criação da Wicca, a Bruxaria Tradicional foi sendo paulatinamente velada e moldada às regras inventadas pelo homem, assim como o cristianismo. Os primeiros Mahoujianos e estudiosos praticantes da TMBT são pseudo nominados: Anthonny Beauxreussí (lê-se: Burressí) e Roderick Kujawa (lê-se: Kujava), que carregam esse nome, pois, conforme a tradição, são seus nomes de regência do universo espiritual. Ambos são brasileiros e respondem pela comunidade de praticantes.
Para mais informações acesse os outros artigos do site, principalmente o artigo sobre a origem da bruxaria no mundo, clique (aqui) e leia ou entre em contato com nossa equipe!
Linha do Tempo | Origem da Bruxaria: Filosofia TMBT
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A linha do tempo origina-se sobre os séculos antes da era comum (antes de cristo) e depois de cristo, explicando detalhadamente os principais fatores que fizeram grandes mudanças no mundo. A origem da bruxaria/feitiçaria tradicional é de extrema importancia para todo mahoujiano estudar suas origens de um modo amplo, sem adaptações do modernismo, para que fique ciente das mudanças que houveram conforme os séculos e suas culturas. Abaixo aplica-se um mapa ilustrativo com a explicação da contagem dos séculos a.c. e d.c. após o anno domini, e o porquê da bruxaria ter sido tão moldada e julgada de forma incorreta após o cristianismo no mundo.

Explicações do mapa de forma extensiva e ideológica, leia todos os tópicos!
Pré era cristã | Antes da era comum (Século I e anteriores a.c)
Antes da era cristã, diversas antigas civilizações já possuíam cultos a Deuses e Deusas que eram passados de geração para geração. Diferente da bílbia cristã, os cultos eram centralizados de acordo com as acrópoles, apesar das divindades manterem sempre suas principais características. Um exemplo disso, é que na Grécia antiga, Héstia era a deusa do lar, e todo lar grego carregava parte de sua chama sagrada. Não havia uma explicação escrita para isso. Todo mundo fazia por que simplesmente era sua forma de cultuar à Deusa que se perpetuou dessa forma. Todas as cidades possuíam o fogo de Héstia, colocado no palácio onde se reuniam as tribos. Esse fogo deveria ser conseguido direto do sol. Quando os gregos fundavam cidades fora da Grécia, levavam parte do fogo da lareira como símbolo da ligação com a terra materna e com ele, acendiam a lareira onde seria o núcleo político da nova cidade. Sempre fixa e imutável, Héstia simbolizava a perenidade da civilização.
O leque de divindades que permearam a humanidade antes da era cristão foram:
Deuses Gregos (Helenismo) 323 entre 146 a.c.
Deuses Romanos (Religio Romana) 332 entre 132 a.c.
Deuses Taoístas (Chineses - Taoismo) 2697 a.c.
Deuses Budistas (Chineses - Budismo) 448 entre 368 a.c.
Deuses Xintoístas (Japoneses - Xintoismo) 300 entre 712 a.c.
Entre diversas outras.
Divindades dessas religiões acima são muito utilizadas no mahoujismo, porém como na bruxaria tradicional não há regras para usos de divindades específicas de religião a.c., o livre arbítrio para seus cultos pessoais é totalmente amplo e diversificado.

Mas apesar dos cultos centralizados a esses deuses antigos, na margem da sociedade sempre existiram as bruxas em meio da feitiçaria, em séculos muito antes do anno domini e da idade média. Elas fizeram parte de todo o imaginário antigo, inclusive do moderno. Otto A. Ohlweiler escreveu em A Religião e a Filosofia do Mundo Greco-Romano:
"A precariedade das técnicas produtivas reais então disponíveis fez com que o homem primitivo fosse levado a complementá-la apelando para a prática da magia. As práticas mágicas marcaram profundamente toda a vida cotidiana do homem primitivo, servindo aos mais diferentes fins: para submeter as forças naturais à vontade dos homens; para proteger os indivíduos contra toda sorte de perigos; para favorecer o ataque aos inimigos; para garantir o sucesso na caça e na pesca; para obter boas colheitas na incipiente prática agrícola, etc."
Os antigos cultuadores dos poderosos deuses caminhavam da seguinte forma, seguindo uma esfera de conceitos da realidade: A do mundo físico, onde nós residimos, como também a do mundo espiritual que coincidentemente ou não, tem a capacidade de influenciar tudo aquilo que nós, residentes do mundo carnal, podemos sentir.
"O homem primitivo, portanto, vive e age em um ambiente de seres e objetos, os quais, além das propriedades que nós reconhecemos possuirem, são dotados de atributos místicos. Ele percebe que sua realidade objetiva se mescla com outra realidade. Ele sente-se rodeado por uma infinidade de entidades imperceptíveis, quase sempre invisíveis aos olhos e temíveis: Frequentemente as almas dos mortos o rodeiam, e ele sempre está inserido em uma multidão de espíritos de personalidade mais ou menos definida."
Esse tipo de pensamento, que complementa as questões de necessidades básicas do homem, obviamente o leva desde os tempos primitivos a querer beneficiar-se também dessas entidades quando positivas em seu ponto de vista e defender-se delas quando as considera maléficas. As práticas mágico-religiosas vão de encontro a estas questões e permeiam o pensamento/imaginário do homem desde os primórdios. A medida que o homem evolui, evolui também o pensamento mágico, que foi adequando-se e amoldando-se às novas necessidades, colaborando inclusive para a formação das sociedades em um contexto mais abrangente, dando margem ao surgimento de tabus, dogmas, e consequentemente leis, uma vez que toda ação produz uma reação, e que muitas vezes tais reações eram interpretadas de acordo com esses tabus.
Isso fez com que o pensamento mágico jamais saísse de cena, mesmo em sociedades já organizadas politicamente e bem estruturadas tecnologicamente como é caso da Grécia do período clássico. Mesmo entre grandes filósofos e pensadores como Platão, por exemplo, que não era favorável à prática da magia, a existência dela permaneceu evidente e, até certo ponto, temida. No entanto, exatamente por ser a magia um fenômeno psíquico e muitas vezes sem explicação lógica coesa, sua marginalidade seria um destino certo. Mesmo que muitos não creiam na eficácia da magia, o impacto psicológico que os atos mágicos causaram desde as sociedades mais antigas fez com que ela permanecesse viva até os dias de hoje, sendo motivo de terror para alguns e objeto de estudo para outros.
Na Grécia antiga, em um período que se estende desde antes da época helenística até a Idade média, artefatos arqueológicos evidenciam a prática da magia e deixam muito claro como e para quais fins ela era utilizada pelos helenos, sendo que um dos métodos mais significantes adotado por eles era o das tábuas de imprecações, as katadesmoi (Κατάδεσμοι). Tais tábuas eram pequenas placas de metal (ou chumbo ou bronze) em que eram feiras inscrições para o favorecimento dos negócios, ações judiciais, vingança ou amor. Trechos ou versos de hinos também eram utilizados na composição de encantamentos de cura de enfermidades, alívio de dores, domação de animais, controle de eventos naturais como chuvas, vendavais, cheias de rios e até mesmo para afugentar ou atrair espíritos, tanto os da natureza quanto os de pessoas mortas. A feitura de talismãs em pedras entalhadas, ossos, argila e metais nobres também era comum.
Não era incomum a utilização de magia de cunho sexual para amarrações de amantes, pretendentes e até mesmo maridos/esposas suspeitos de cometer adultério.
Sendo assim, estas e outras tantas formas de magia imitativa e manipulativa foram ganhando cada vez mais terreno a medida que a sociedade grega se desenvolvia, deixando seu caráter gentílico para assumir uma postura política, trazendo por consequência uma necessidade muito mais agressiva e imediatista de resolução de adversidades, fosse uma briga política, uma guerra entre estados ou até mesmo a derrubada de um competidor em evidência nos jogos. Essas novas necessidades fizeram com que muitos religiosos que praticavam as artes mágicas passassem a ver nisso uma forma de extorquir dinheiro da comunidade e começarem a cobrar por seus serviços, desta forma impelindo charlatões às mesmas práticas e obrigando o governo, no caso de Atenas, a tomar medidas precatórias com relação à prática da magia. Foram então criadas leis que puniriam com a mesma severidade com que um assassino era punido qualquer um que se conseguisse provar ter-se utilizado da magia para atentar contra outrem. Eis o início da marginalização da magia na Antiga Grécia.
fonte do texto parcial acima que complementou este conhecimento:
http://pistoteron.blogspot.com.br/2012/04/magia-e-bruxaria-na-antiga-helada.html
XXX a.c. (Século 30 a.c)
O Quarto Milênio a.C. viu grandes mudanças na cultura humana.
Ele marca o início da era do bronze e da escrita.
Ele marca o início da era do bronze e da escrita.
Anno Domini (Zerando a contagem de séculos)
(expressão em latim que significa: "ano do senhor"), também apresentado na sua forma abreviada A.D., é uma expressão utilizada para marcar os anos seguintes ao ano 1 do calendário mais comumente utilizado no Ocidente, designado como "era cristã" ou, ainda, como "Era Comum", sendo esta última a mais usada por evitar referências religiosas. Segundo este critério, também se utiliza a abreviatura "a.c." para designar os anos antes de cristo, logo A.C. ou a.C. (em maiúsculo para cristões que creem em cristo judaíco)
Século I até Século III d.c. (Século 1 até século 3) | Depois da era comum

De acordo com o calendário gregoriano, a contagem que utilizamos hoje começou a partir desta data, onde os primeiros cristãos começaram a dizimar sua fé. Até o século III, cristãos eram perseguidos e ridicularizados, onde era impossível fazerem qualquer tipo de culto público a seu deus, pois acarretava a sua morte e era considerado crime contra o estado Romano. Do século I até o século III, o cristianismo era perseguido por sua fé. Cristãos, nos primórdios, eram obrigados a confabuluarem e fazerem os primeiros escritos da bíblia em catacumbas, longe dos olhos dos cidadãos romanos. Ao contrário da maioria das religiões do Império Romano, o cristianismo exigia renunciar a todos os outros deuses. A recusa dos cristãos para se juntar celebrações pagãs significava que não poderia participar mais da vida pública, o motivou os não-cristãos, incluindo as autoridades de governo a acusa-los de estarem irritando os deuses e ameaçando a prosperidade do império. Uma série de perseguições organizadas contra cristãos surgiu no final do século terceiro, somadas a acusações de que cristãos estariam ofendendo os Deuses e sendo a causa de maldições que acarretaram em doenças, ataques militares contra o Império, crises políticas e econômicas, etc. Diante de uma sociedade envolta em crendices e acusações absurdas de todo o tipo contra os cristãos. Todos os moradores foram obrigados a dar sacrifícios ou ser punido. As estimativas do número de cristãos que foram executados chega a 50 000. A princípio o governo romano considerava a Igreja Cristã como uma das seitas do judaísmo.
No século III, o cristianismo é declarado religião oficial do império Romano e todo e qualquer tipo de crença aos antigos deuses é proibida pelo estado. O imperador Constantino deu o aval para que a fé cristã pudesse ser praticada liveremente, acreditando que Jesus e Deus seriam uma única divindade a ser cultuada por seus praticantes. Porém notícias ainda melhores esperavam os adeptos da fé cristã. Pois em 27 de fevereiro de 380 o imperador bizantino Teodósio 1º (347-395) promulgou um decreto, chamado de Cunctos populos, declarando o cristianismo religião de Estado e punindo o exercício de cultos pagãos.
Os praticantes de outras fés passaram então a ser atormentados com a mesma intensidade com que o eram antes cristãos e judeus. A prática de cultos pagãos passou a ser tratada como alta traição. Templos e relíquias foram destruídos, da mesma forma que o Oráculo de Delfos, lendário local de profecia do Deus Apolo, da Grécia antiga. Muitos templos aos antigos deuses se transformaram em igregas, como por exemplo, o Panteão.
Idade das Trevas (450 d.c., século IV) e alta Idade Média Século IX até XII d.c (900 até 1300)

A Igreja católica já era predominante. Parte da população da Europa já havia se convertido nas práticas impostas pela igreja católica. Apesar disso, diversos boatos de que bruxas continuavam a espalhar suas práticas que eram considerada "heresia" pela igreja permutavam conforme os anos passavam. O código lombardo de 643 era explícito: "Que ninguém pretenda matar alguém ou uma estrangeira como bruxa, pois não é possivel, nem deve ser acreditado por mentes cristãs". O Concílio de Frankfurt em 794, convocado por Carlos Magno também declarou que acreditar/e/ou espalhar boatos falsos sobre bruxaria era considerado crime, e ordenado pena de morte.
Baixa Idade Média XIV (Século 14)

Após séculos de tolerância, a Europa Medieval estava infestada de bruxas e a Igreja foi responsabilizada, por isso, houve muitas acusações contra clérigos e outras pessoas instruidas que eram capazes de ler e escrever livros de magia, até o papa Bonifácio VIII foi acusado de apostasia e bruxaria em 1303. De 1376 adiante, as acusações aumentaram e mais frequentes contra pessoas comuns. Muita gente inocente morreu, sem nunca ter tido nenhum contato com a bruxaria.
Séculos XVII (Século 17)

A partir da década de 1660, os julgamentos começaram a diminuir graças a expansão do Iluminismo que nasceu no início dos anos 1600. As elites deixaram de acreditar em bruxaria com o Iluminismo, mas continuou fazendo parte da cultura popular e uma parcela da população continuou temendo as bruxas. Linchamento de suspeitos de feitiçaria passaram a ser comum a partir de 1750, principalmente em países de religião protestante e houve casos de perseguição até meados do século XIX (1801 - 1900). O primeiro registro acertivo da existência da Maçonaria nasceu aqui, apesar de existirem documentos históricos muito mais antigos que revelam a origem do mesmo sem uma data acertiva.
Século XVIII (Século 18) - Período Iluminista

A Era da Iluminação foi precedida e estreitamente associada à Revolução Científica onde nasceu o movimento Illuminati. Historicamente, o nome geralmente se refere aos Illuminati da Baviera, uma sociedade secreta da época do Iluminismo fundada em 1 de maio de 1776. Os objetivos da sociedade eram opor-se à superstição, ao obscurantismo, à influência religiosa sobre a vida pública e aos abusos de poder do estado
Século XX (Século 20) - "Religião" Wicca

Desde meados do século XX, a Bruxaria tornou-se a autodesignação de uma sucursal do neopaganismo, especialmente na tradição Wicca, cujo pioneiro foi Gerald Gardner, que alegava ter resgatado uma antiga tradição religiosa da bruxaria com raízes pré-cristãs onde o foco principal de culto é a "deusa" e o "deus", que eles alegam que são a face de todos os deuses e deusas existentes na humanidade.
Séxulo XXI (Século 21) - Gnose da Arte da Bruxaria Tradicional: conhecida como Tradição Mahoujin ou abreviada por TMBT

Origem a Tradição Mahoujin da Bruxaria Tradicional onde é estudada e cultuada a bruxaria raíz antes de cristo nos tempos atuais como tarólogos da arte moderna. Sua existencia no meio pagão é extremamente importante para o retorno das tradições bruxas da época na era atual, sem adaptações distintas e fantasiosas que foram colocadas com o passar das décadas. Seu objetivo é deixar extinta a visão criada das bruxas na idade média onde os nossos acenstrais foram popularmente ligados a religião cristã, onde uma errônea ligação entre bruxos e demônios cristãos foram empregados em seus cultos, que tradicionalmente não é real, pois a.c os bruxos não cultuavam demonios judaicos já que os mesmos nunca existiram antes do nascimento cristianismo. A TMBT renasce a bruxaria a.c que sempre existiu graças a feitiçaria testada e cultuada a milhões de séculos atrás sendo muito mais poderosa que religiosos praticantes.
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